sexta-feira, 19 de julho de 2019
Confesso
Eu confesso que na época da minha universidade eu me apaixonei por um rapaz e foi a paixão mais intensa que eu senti até hoje. Foi um amor platônico daqueles inesquecíveis e ele sempre vai estar no meu coração. Sempre. A gente gostava tanto de conversar e ficar pertinho mesmo sendo aquela coisa de amigo que prometemos que na nossa morte de nossos espíritos se unirem, morarem juntos numa casinha e passar a eternidade conversando. É ou não é a coisa mais linda??
Quer saber mais? Eu quero sentir isso de novo por alguém um dia, eu estou aberta a isso agora, eu me permito. Eu quero me apaixonar de novo. Pq eu nc mais me apaixonei de verdade, apenas relações sem sal. Verdade seja dita. RSrsrs
I´m back
Meu querido Blog! Há quanto tempo te deixei ao relento, esquecido de mim...obrigada por me relembrar.
Hoje num sinal de trânsito um homem já velho, e com problemas de saúde visíveis pedia por alguns trocados batendo forte no peito. Um pedido de ajuda e um lembrete ( vc tem um coração? Se tiver, me ajude, não finja que não estou aqui).
Embora ver gente pedindo nos sinais seja algo comum em nosso país, eu fiquei muito tocada com o apelo a nossa emoção daquele senhor. As pessoas em geral pedem apáticas, com o olhar perdido em algum lugar. Aquele senhor não. Ele pedia invocando o sentimento de irmandade que existe entre os seres humanos.
Isso me chamou a atenção porque estamos todos correndo de um lado para o outro. Fingindo ser seres máquinas. Estamos atolados até o pescoço de compromissos, agitação da vida urbana. Selva Urbana. Mas somos um corpo emocional. Não podemos deixar de termos compaixão, pois é isso que nos humaniza.
Hoje num sinal de trânsito um homem já velho, e com problemas de saúde visíveis pedia por alguns trocados batendo forte no peito. Um pedido de ajuda e um lembrete ( vc tem um coração? Se tiver, me ajude, não finja que não estou aqui).
Embora ver gente pedindo nos sinais seja algo comum em nosso país, eu fiquei muito tocada com o apelo a nossa emoção daquele senhor. As pessoas em geral pedem apáticas, com o olhar perdido em algum lugar. Aquele senhor não. Ele pedia invocando o sentimento de irmandade que existe entre os seres humanos.
Isso me chamou a atenção porque estamos todos correndo de um lado para o outro. Fingindo ser seres máquinas. Estamos atolados até o pescoço de compromissos, agitação da vida urbana. Selva Urbana. Mas somos um corpo emocional. Não podemos deixar de termos compaixão, pois é isso que nos humaniza.
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